Internet Interplanetária começa a funcionar na ISS

09/07/2009 by Dejaldir

No final de 2008, a Nasa fez os primeiros testes com a Internet espacial, ou Internet Interplanetária.

Aquele primeiro teste envolveu a troca de dados com a sonda Epoxi, uma continuação da missão Impacto Profundo, e que se encontra a caminho de um encontro com o cometa Hartley, o que deverá acontecer em 2010. Foram usadas ainda as sondas que estão orbitando Marte – daí a denominação Internet Interplanetária.

Agora, os cientistas acabam de acionar o primeiro ponto de acesso da Internet Interplanetária a bordo da Estação Espacial Internacional (ISS). O objetivo inicial é a automatização da transmissão dos dados científicos obtidos nos laboratórios da ISS para os controles em terra. Hoje o sistema é mais parecido com um sistema de rádio do que com um protocolo da Internet, como o TCP/IP.

O protocolo usado pela internet interplanetária chama-se DTN (”Disruption-Tolerant Networking” – Rede Tolerante a Interrupções), onde cada computador da Internet Interplanetária mantém a informação pelo tempo que for necessário, até que seja possível estabelecer a comunicação de forma segura com o próximo nó da rede. Isto garante que não haverá perdas nos dados mesmo com as mais adversas situações encontradas no espaço ou quando uma sonda estiver escondida do outro lado de um planeta.

“A comunicação entre as espaçonaves e as estações terrestres é feita tradicionalmente por meio de uma conexão ponto-a-ponto, de forma muito parecida com um walkie-talkie,” explica Kevin Gifford, um dos responsáveis pela desenvolvimento da Internet Interplanetária.

“Atualmente, as equipes das missões espaciais devem agendar manualmente cada conexão e gerar os comandos apropriados para especificar para onde os dados devem ser enviados, o tempo da transmissão e seu destino. Com o aumento do número de espaçonaves e conexões, e com o surgimento da necessidade da comunicação entre os diversos veículos, essas operações manuais se tornam cada vez mais complicadas e caras,” disse ele.

A Internet terrestre não pode ser simplesmente transferida para o espaço porque lá em cima não se pode assumir que os computadores terão sempre uma conexão entre eles. Assim, o protocolo DTN pressupõe que os diversos nós da rede se comunicarão sempre que puderem. Quando não houver conexão, cada roteador deve segurar seus dados até ser possível fazer a transmissão.

O primeiro roteador da Estação Espacial Internacional foi instalado em um equipamento de pesquisa chamado CGBA (Commercial Generic Bioprocessing Apparatus) durante a última missão do ônibus espacial Atlantis. Os testes envolvem a transmissão dos dados científicos coletados pelo equipamento diretamente para o controle em terra.

A NASA espera dotar todos os laboratórios da Estação Espacial Internacional de seus próprios roteadores para que os dados científicos sejam transferidos para os respectivos controladores de cada experimento, muitos deles localizados em laboratórios de universidades ou nos centros de controle das agências espaciais europeia, russa e japonesa.

O novo protocolo da Internet Interplanetária foi desenvolvido sob o comando de Vint Cerf, atualmente no Google, e considerado um dos pais da Internet terráquea.

Fonte: Inovação Tecnológica.

O céu não é mais o limite!!! :)

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Dell ajuda a polícia a condenar mais criminosos

09/07/2009 by Dejaldir

A Dell estreou um pacote de hardware, software e serviços para ajudar a polícia a condenar mais criminosos, agora que proliferam as provas digitais.

A empresa afirmou que seu pacote forense digital ajudará a polícia a reduzir demoras que podem atingir os dois anos, porque permitirá que muitos analistas trabalhem simultaneamente com os mesmos dados, preservando ao mesmo tempo um registro firme de quem lidou com as provas a cada dado momento da investigação.

O produto, lançado com a ajuda de parceiros que incluem a Intel, oferece aos clientes ferramentas que permitem construir e hospedar um centro de dados próprio, o que significa que eles poderiam contar com a conveniência da chamada computação em nuvem e manter eles mesmos o controle de um sistema como esse.

James Quarles, diretor de marketing da Dell para o setor público europeu, disse à Reuters que clientes que puderem ter acesso remoto a provas de crime, por meio desses centros de dados, poderiam usufruir de uma vantagem de tempo crucial, por exemplo, em casos nos quais a lei disponha de um prazo máximo para a prisão de suspeitos de terrorismo sem provas.

A Dell reorganizou suas operações no final do passado para agrupá-las em torno de segmentos de consumidores, um dos quais é o setor público, em lugar de dividi-las em regiões geográficas, e anunciou na terça-feira que isso beneficia seus esforços para o novo pacote forense digital.

Josh Claman, diretor das operações europeias da Dell para o setor público, afirmou em um blog que o novo produto “concretiza tudo que desejávamos realizar quando decidimos reestruturar a maneira pela qual as necessidades dos clientes do setor público são atendidas”.

A Dell faturou quase 15 bilhões de dólares em vendas ao setor público no ano passado, incluindo hospitais, governo, educação e defesa, cerca de um quarto de sua receita total.

A empresa mencionou estimativas do grupo de pesquisa IDC, de que o mercado forense digital dos Estados Unidos movimentará 630 milhões de dólares este ano, ante 252 milhões de dólares em 2004, enquanto o internacional atingirá a marca do 1,8 bilhão de dólares em 2011.

Fonte: INFO Online.

A EnCase que se cuide… :)

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Brasil e os cybercrimes

09/07/2009 by Dejaldir

O Brasil é considerado um dos países que passa maior tempo conectado à internet. Com a sua representativa participação na rede, não é de se esperar que o país também esteja entre as localidades com maior volume de cibercrimes.

Estudo realizado pela empresa de segurança Symantec, mostra que o país está em quinto lugar entre os que mais praticam crimes na rede. A empresa desenvolveu a pesquisa durante o ano de 2008, e examinou ações maliciosas de variados países. Ao todo, vinte países estão presentes no mapa de cibercrimes da empresa.

O primeiro lugar pertence aos Estados Unidos, com larga vantagem. Os norte-americanos são responsáveis por 23% das atividades maliciosas do ano passado. Em segundo lugar está a China, com 9%, seguida da Alemanha com 6%, da Inglaterra com 5% e do Brasil com 4%.

O mapeamento da Symantec foi mais a fundo e criou subcategorias para a pesquisa. Segue abaixo, a colocação do Brasil nas diferentes divisões da empresa.

1º no ranking de redes zumbis para disseminação de spam;

5º no ranking de bots;

9º no ranking de origens de ataques;

16º no ranking de desenvolvimento de código malicioso;

16º no ranking de sites hospedando phising (tentativa de obter dados sigilosos dos internautas).

Fonte: INFO Online.

Rumo ao 1º mundo e ao 1º primeiro… :(

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BRT/UNEB leva Bandeira Brasileira ao Pódio pela Primeira Vez na História da RoboCup

08/07/2009 by Dejaldir

No último sábado (04 de julho de 2009), o Bahia Robotics Team da UNEB conquistou o 3o lugar na classificação geral da liga de demonstração Mixed Reality, na copa do mundo de futebol de robôs – RoboCup 2009 – em Graz, Áustria.

A Competição consiste em partidas de futebol de robôs, disputadas por micro-robôs autônomos. Os robôs devem ter autonomia e inteligência para tomar decisões durante a partida sem qualquer intervenção humana.

Desde a criação da copa do mundo de robótica inteligente – a RoboCup – em 1997, jamais uma equipe brasileira conseguiu a façanha de estar entre as 3 melhores no ranking final de uma liga. Os melhores resultados anteriores foram conquistados pelo próprio BRT em 2007 quando esteve em quarto lugar no torneio de futebol da liga Mixed Reality (mas não no ranking final da liga) e em 2008 quando alcançou o terceiro lugar também apenas no torneio de futebol da mesma liga.

Desta vez, a equipe conseguiu ficar entre os três primeiros no ranking geral da liga e, pela primeira vez, trouxe um troféu da RoboCup para o Brasil.

A equipe é composta pelos professores Marco Simões e Josemar Souza da UNEB e dos estudantes José Grimaldo Filho, Adailton Junior, Bruno Silva, Adriano Botelho, Juliana Reichow e Fagner Pimentel, todos do curso de Sistemas de Informação da UNEB. Completam a equipe os estudantes Elen Casaes, Luciana Silva e Alexsandro Cerqueira do curso de Ciência da Computação da FIB.

Fonte: ACSO/UNEB.

É a Bahia bem na fita!!! :)

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Bahia-Robotics-Team

Linux, a pedra no sapato do Google Chrome

07/07/2009 by Dejaldir

O desenvolvimento do navegador Chrome para Linux vem se arrastando há meses. A culpa, segundo o Google, é do sistema operacional do pinguim.

Antes de mais nada, vale dizer que o pessoal de Mountain View adora o Linux. Há inúmeros esforços da empresa com o objetivo de levar seus aplicativos para as várias distribuições existentes. Já é possível rodar em várias delas gadgets feitos para o Google Desktop, o Picasa, o Google Earth… Fora os inúmeros esforços da empresa na área de código aberto: o Google Code, o Android e o Google Wave, por exemplo. Quem começa a trabalhar nos escritórios de Larry Page e Sergey Brin também pode escolher entre um computador com Windows, Mac OS ou uma versão modificada do Ubuntu.

Acontece que a enorme variedade de distribuições do Linux está emperrando a vida do Chrome. Por quê? Porque até agora não foi possível implementar o sandbox, um sistema que garante um nível maior segurança para o browser. É como uma caixa de contenção: se há uma falha de segurança, o sandbox garante que ela não ultrapasse os limites do navegador. Quem diria, hein? Justo no Linux, que se gaba de ser o mais seguro de todos os sistemas operacionais do planeta.

Em post publicado no início do mês passado no blog do Chromium, Jeremy Moskovich, engenheiro de software do Google, afirmou, com todas as letras: “O Linux tem um monte de diferentes mecanismos de sandboxing disponíveis. As várias distribuições do Linux vêm com APIs distintas de sandboxing (ou com nenhuma), e encontrar um mecanismo que vá com certeza funcionar nas máquinas dos usuários finais é um desafio.” No Mac, segundo Moskovich, as coisas são bem mais fáceis.

O fato é que, por enquanto, o Chrome para Linux e Mac encontra-se em versão pré-alfa. E, segundo o Google, ninguém deve baixá-las, a não ser os programadores. Enquanto isso, no Windows, o navegador já está nas versões 2.0 (oficial) e 3.0 (para desenvolvedores). Por essa nem o Bill Gates esperava.

Fonte: INFO Online.

É mole? Firefox nele! :)

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Browser financeiro?

07/07/2009 by Dejaldir

A cada dia as ameaças cibernéticas aumentam não só em número, mas também em sofisticação e complexidade. O mundo dos ataques evoluiu e tornou-se ainda mais elaborado em tempos da web 2.0. Neste ambiente, a velocidade das novas aplicações e serviços online são colocadas em produção para atender oportunidades de negócios, superam o esforço de dimensionar uma estratégia de segurança adequada para estes novos serviços e criam condições vulneráveis a ataques.

De acordo com o relatório X-Force, produzido pela equipe de pesquisadores da área de segurança da IBM, que trabalha para detectar vulnerabilidades e ameaças de ataques iminentes em todo o mundo, mais de 50% das brechas de segurança estão relacionadas com aplicações de servidores da Internet. Ou seja, estamos todos, empresas e usuários finais, suscetíveis a enfrentar os mais variados problemas decorrentes dessas ofensivas online.

Além disso, segundo o mesmo estudo, existe uma tendência sobre como ataques estão orientados a explorar o elo mais fraco desta cadeia de comunicação: o usuário, mais especificamente por meio da exploração de vulnerabilidades presentes em browsers. Estima-se que o número de browsers mal atualizados chegou à marca de 637 milhões. Os hackers procuram explorar ao máximo o potencial de infecção. O usuário comum não está preocupado ou atento em saber se o browser está em dia, ele simplesmente usa o aplicativo e conclui a operação.

Esse contexto contribui para várias técnicas de infecção aliadas com mecanismos de engenharia social para alcançar ganhos financeiros. Os alvos preferidos são os jogadores online e as instituições financeiras. Aproximadamente 90% dos ataques de phishing são voltados contra bancos. E ainda, 46% de todo malware detectado e pesquisado, em 2008, foram cavalos de Tróia direcionados aos usuários de jogos online e de atividades bancárias via internet.

Todo esse cenário torna a segurança uma questão crítica a ponto de comprometer a estratégia de negócio dos bancos, tendo em vista que o usuário do “internet banking” acessa o sistema via um browser. Este sistema provavelmente não é atualizado com todas as correções de segurança, o que facilita a invasão sem que o usuário perceba.

Os bancos devem considerar que o browser disponível para os clientes não é uma aplicação confiável. O ideal seria termos um aplicativo comum para todas às instituições, dedicados a um determinado serviço, como internet banking, além de ser distribuído por uma única entidade e contemplando mecanismos para proteger os dados e a sessão do usuário. Neste caso, seria muito mais fácil para o cliente identificar alterações no visual do sistema entregue pelo banco.

Esse “browser financeiro” deveria ser um esforço das organizações do setor para criar um padrão de acesso seguro, com passos conhecidos e previsíveis para efetuar cada transação. No Brasil, temos o mecanismo de entrega online de imposto de renda como exemplo de ferramenta única e eficaz.

As instituições financeiras devem estar atentas a iniciativas preventivas aos ataques online, tendo soluções cada vez mais inteligentes, eficientes e atualizadas. Além de acesso a importantes dados, vulnerabilidades nos sistemas podem trazer grandes prejuízos às empresas e seus clientes. Não basta o site da instituição ser seguro, também é importante que o meio utilizado para efetuar a transação bancária seja eficaz e conte com as principais práticas de segurança da informação. Assim, bancos e clientes ficarão mais protegidos de fraudes e teremos uma pista livre para o crescimento seguro e controlado do que hoje já é considerado o modelo de internet banking mais moderno do mundo.

Fonte: Decision Report.

É esperar pra ver… :)

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Rede óptica dedicada a ensino e pesquisa é inaugurada em Salvador

01/07/2009 by Dejaldir

No dia 1º de julho, o Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) inaugura a Rede Metropolitana de Salvador, a Remessa. A cerimônia será realizada às 10h, no Salão Nobre do Palácio da Reitoria da Universidade Federal da Bahia. A Remessa, uma infraestrutura óptica dedicada a conectar Instituições de Ensino Superior (IES) e centros de pesquisa na capital baiana, é parte da iniciativa Redes Comunitárias de Educação e Pesquisa (Redecomep), coordenada pela Rede RNP.

A rede utiliza tecnologia óptica para interligar 14 instituições em velocidades de 1 a 10 Gbps, com a possibilidade de ampliar esta capacidade de forma ilimitada futuramente. A Remessa tem 106 km de extensão e os investimentos para sua implementação foram da ordem de R$ 2 milhões. A iniciativa contou com a parceria da Companhia de Eletricidade da Bahia (Coelba) para a permuta de infraestrutura – a empresa cedeu seus postes para passagens de cabos ópticos em troca da utilização de um par de fibras.

Após a inauguração, a Remessa passa a ser gerida por um consórcio formado pelas instituições integrantes. A rede conta também com parcerias com a prefeitura de Salvador e o governo do Estado da Bahia. As cooperações governamentais têm se revelado vantajosas nas redes metropolitanas em operação, pois oferecem aos governos locais um par de fibras em troca de apoio à implementação e manutenção do projeto. Utilizando conexões ópticas, os órgãos públicos compartilham seus dados em rede e acessam à Internet com maior velocidade, o que se converte em melhores serviços e novos modelos de governança.

Interligadas por uma infraestrutura óptica, as instituições podem compartilhar informações com mais agilidade e utilizar aplicações avançadas de comunicação,possibilitando desta forma que compartilhem a produção científica e desenvolvam projetos de educação a distância tanto com instituições brasileiras como internacionais.

A Remessa integra as seguintes instituições: Universidade Federal da Bahia (UFBA); Universidade do Estado da Bahia (UNEB); Universidade Salvador (Unifacs); Universidade Católica de Salvador (UCSAL); Faculdade de Ciência e Tecnologia (Área 1); Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fabesp); Faculdade Jorge Amado (FJA); Faculdade Rui Barbosa (FRB), Faculdade de Tecnologia e Ciências (FTC); Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (Conder); Centro de Pesquisas Gonçalo Muniz (Fiocruz – Cpqgm); Instituto Federal de Educação, Ciência E Tecnologia Da Bahia (IF-BA); Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado da Bahia (Secti) e Centro Integrado de Manufatura e Tecnologia (Senai-Cimatec).

Com a inauguração da Remessa, serão 12 redes metropolitanas em operação. Já foram inauguradas: Belém, Vitória, Manaus, Florianópolis, Brasília, Natal, São Paulo, Fortaleza, Macapá, Goiânia e Campina Grande.

Fonte: RNP.br.

Show de bola!!! :)

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remessa

PF lança software para criação de retrato falado

01/07/2009 by Dejaldir

A Polícia Federal apresentou o software Horus, que permite a criação de retratos falados a partir de um banco de dados com mais de quatro mil imagens coloridas e em alta resolução. A variedade é tão grande que o resultado poderá até mesmo ser comparado com uma fotografia original.

A proposta é facilitar o reconhecimento do acusado, diminuindo o número de suspeitos. O Horus também poderá ser usado para localizar pessoas desaparecidas. Em caso de crianças, o sistema permite que sejam adicionados rostos de familiares para que seja feito um retrato semelhante.

Entre os recursos oferecidos pelo Horus, estão os de modificar a tonalidade da pele, inserção de cicatrizes, marcas e rugas, simulação de envelhecimento e até mesmo de possíveis disfarces.

Desenvolvido por três papiloscopistas da PF e um servidor administrativo do Instituto Nacional de Identificação (INI), o aplicativo levou cerca de quatro anos para ser concluído. Até o momento, 100 policiais federais receberam treinamento para aprender a usá-lo.

Fonte: IDG Now.

Legal!!! :)

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DARPA quer sistema militar para vasculhar informações na internet

30/06/2009 by Dejaldir

A Agência de Projeto e Pesquisa Avançada de Defesa dos EUA (DARPA, na sigla em inglês) contratou uma empresa de tecnologia para desenvolver uma ferramenta capaz de vasculhar a internet a procura de informações. O propósito da agência é catalogar e organizar a quantidade descomunal de conteúdo que entra na web para facilitar a vida dos analistas militares e políticos.

De acordo com a CNet, a BBN Technologies assinou um contrato de US$ 29,7 milhões para produzir o sistema universal de texto com o objetivo de capturar dados e torná-los mais compreensíveis para humanos e inteligências artificiais (IAs).

O Machine Reading Program, como foi batizado oficialmente o projeto, trabalhará para as forças armadas norte-americanas monitorando informações sobre as atividades políticas de qualquer país ou organização internacional, desde a Al-Qaeda até a própria ONU. Ele será capaz de agrupar textos e áudio, traduzi-los e estabelecer relações entre os termos que serão analisados por especialistas.

A BBN não descarta futuras versões do sistema para uso civil. Pesquisas ficarão muito mais simples para profissionais e estudantes, já que o programa deve agrupar informações de uma forma mais coerente do que as plataformas de busca.

Os dados e especificações sobre como deve ser a operação do Machine Reading Program estão listados num documento elaborado pela DARPA, disponível aqui.

Fonte: Geek.

A sentinela nunca dorme!!! :|

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reading_mach

Sistema capta energia do movimento dos automóveis para obter energia verde

18/06/2009 by Dejaldir

Quantas pessoas não adoram ir às compras em finais de semana e dias chuvosos, cada uma com seu carro? Uma rede de supermercados inglesa percebeu o potencial desse fato e planeja implementar em seus estacionamentos uma tecnologia que absorve energia dos veículos que entram e saem.

De acordo com o site Tech Blorge, quando um veículo passar sobre as placas cinéticas posicionadas no estacionamento, a energia será capturada e devolvida ao mercado Sainsbury, deixando de consumir essa energia da concessionária. O sistema funciona melhor em áreas nas quais os carros costumam frear, assim o equipamento “limpa” a potência da energia cinética dos veículos enquanto estes reduzem sua velocidade. Espera-se que as placas produzam 30kW de energia verde por hora, o que é mais do que suficiente para sustentar os caixas.

Segundo o press release liberado pela rede de supermercados, o sistema criado por Peter Hughes da Highway Energy Systems não prejudica de nenhuma forma o veículo, e o motorista não sente nenhum distúrbio ao passar por cima das placas. O equipamento já fora testado antes, em áreas privativas das lojas, para garantir seu bom funcionamento.

“Isso é revolucionário. Não apenas somos os primeiros a utilizar essa tecnologia de ponta em nossas lojas como também nossos clientes poderão participar ativamente da iniciativa de tornarmos verdes os nossos estabelecimentos, sem esforço ou custo extra”, declarou Alison Austin, gerente de meio ambiente da Sainsbury em nota publicada no site New Energy Focus.

A primeira loja da rede a receber o sistema inaugura hoje e está localizada em Gloucester Quays, no Reino Unido. Além dessa iniciativa, outras medidas também estão sendo tomadas para tornar o local mais sustentável. Em dois anos o estabelecimento recolherá água da chuva que será utilizada nos banheiros, noticiou o site Daily Mail, e painéis solares aquecerão toda a água quente durante o verão, além de reutilização ou reciclagem de 90% do lixo produzido.

De acordo com o site Low Carbon Economy a companhia espera reduzir suas emissões de carbono em até 25% por metro quadrado até 2012, comparando com os dados dos níveis de 2004 e 2005. O site da rede, que pode ser acessado pelo endereço tinyurl.com/nhgjkb traz mais informações sobre sua campanha verde.

Fonte: Geek.

Esperamos que as gigantes do setor adotem esta tecnologia em nome do planeta!!! :)

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